A execução de Haylton Escafura num hotel na Barra da Tijuca
Era madrugada quando um carro com pelo menos três ocupantes embicou na entrada do estacionamento do Hotel Transamérica, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Um funcionário fez um sinal com o polegar para o motorista, e a porta da garagem se abriu. Lá dentro, dois homens encapuzados e armados com fuzis desembarcaram do veículo e foram em direção à escada. Subiram oito andares e se encaminharam, sem sequer olhar o número, para um dos quartos. A porta foi arrombada a chutes e tiros e, lá dentro, novas rajadas foram disparadas. Os hóspedes, que foram alvo de mais de 20 tiros e morreram na hora, eram um bicheiro e uma policial militar : Haylton Escafura, herdeiro de um dos clãs que dominam pontos de jogo ilegal no Rio, e sua então namorada, a soldado Franciene de Souza.
Depois da execução, os atiradores saíram do quarto, desceram as escadas e fugiram do hotel pela garagem, sem serem incomodados. O crime aconteceu em 14 de junho de 2017 e, até hoje, ninguém responde por ele. No entanto, o Ministério Público encontrou, espalhados na internet, rastros que apontam para a participação do Escritório do Crime no assassinato.
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