Negado pedido do filho de Rogério de Andrade para retirada de tornozeleira eletrônica
Advogados argumentavam que as medidas restritivas causavam prejuízos à vida acadêmica de Gustavo de Andrade
A 7ª Câmara Criminal do TJ do Rio negou o habeas corpus apresentado pela defesa de Gustavo de Andrade e Silva, filho do contraventor Rogério de Andrade, que pedia a revogação das medidas cautelares diversas da prisão impostas a ele, entre elas o uso da tornozeleira eletrônica.
Na petição, os advogados argumentavam que as medidas restritivas de liberdade causavam prejuízos à vida acadêmica de Gustavo, estudante de Medicina.
O Ministério Público aponta Gustavo como segundo nome na hierarquia do grupo criminoso liderado pelo seu pai, preso em outubro de 2024, em razão de seu envolvimento no homicídio do também contraventor Fernando Iggnácio. Gustavo é acusado por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e por envolvimento em organização criminosa.

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